Trio feminino cumpriu objectivo na rampa da Falperra

 

Bem se pode dizer que Joana Barbosa, Adriana Barbosa e Sofia Mouta, três pilotos da capital do Minho, cumpriram quase na totalidade os objetivos traçados para a 37ª edição da Rampa da Falperra.

Umas mais, outras menos, conseguiram levar a bom porto a tarefa, embora Adriana Barbosa e Sofia Mouta, tivessem tido alguns azares que condicionaram um pouco a sua participação.

No que diz respeito a Joana Barbosa, sem grandes preocupações com a classificação, terminou sem grandes contratempos: “Notei um pouco de dificuldade, pois não tenho muita experiência com chuva e os pneus também não são os mais adequados. Senti o carro muito instável e tem que se ganhar prática. De qualquer forma, diverti-me imenso, não tanto como gostaria, mas deu para isso”, disse a piloto apoiada pela Cofidis.

Já a sua irmã Adriana, que regressou agora à competição, teve uma saída de pista no sábado que lhe danificou um pouco o carro, logo na primeira subida oficial: “Comecei bem nos treinos, mas logo a seguir, os pneus bloquearam e fui em frente, batendo nos rails. A minha equipa recuperou bem o carro, pois teve apenas um braço de suspensão partido e pouco mais”, começou por afirmar, explicando depois as duas provas de domingo: “A primeira subida foi perfeita, mas na segunda partiu-se o turbo e tive que vir muito devagar”.

Mais azarada foi Sofia Mouta, que por pouco não conseguia alinhar. No entanto, ainda o conseguiu nas duas derradeiras subidas de prova: “Foi muito complicado, pois tivemos a trabalhar no carro desde sexta-feira e mesmo domingo de manhã para conseguir alinhar. Ainda não sabemos o que se passou em concreto, mas deve ser problemas com a injeção e deu, pelo menos, para fazer duas subidas”, explicou, naturalmente triste.